O artigo de hoje é sobre a sexta lei espiritual do sucesso que é a Lei do distanciamento e como esta lei tem se aplicado em minha vida e também, pode ser aplicada na sua.

As Sete Leis Espirituais do Sucesso

As Sete Leis Espirituais do Sucesso

Se você está chegando por aqui agora e ainda não leu os artigos anteriores, saiba que este artigo faz parte de uma série que eu estou escrevendo sobre o livro As sete leis espirituais do sucesso e como você pode coloca-las em prática na sua vida também.

Aqui estão os links para os artigos anteriores:

Introdução – As sete leis espirituais do sucesso
Primeira: A lei da potencialidade pura
Segunda: A lei da doação
Terceira: A lei do carma ou de causa e efeito
Quarta: A lei do mínimo esforço
Quinta: A lei da intenção e do desejo

Recomendo que você também leia estes artigos anteriores como leitura complementar.

Você já sentiu dificuldade em se desfazer de um bem material em sua vida? Eu sim, de algumas coisas. Esse sentimento se chama apego e provavelmente foi desenvolvido devido a identificação que eu tive com aquele bem material, ou seja, meu Ego se identificou de tal forma com o bem que o Ego imagina que ficará incompleto se deixa-lo partir.

Meio louco isso não?

Pois é, o Ego é louco mesmo. Seu comportamento (do Ego) se analisado friamente, não faz o menor sentido se observado pelo Eu verdadeiro.

É justamente sobre o sentimento do “apego” que a lei do distanciamento trata, pois, o apego é o principal inimigo para a conquista do que você deseja.

Eu dei esse exemplo apenas para facilitar a compreensão do sentimento “apego”, pois a lei do distanciamento trata do apego aplicado no resultado do que você está fazendo e não do que você já tem.

Mesmo assim, lembre-se sempre que o sentimento apego não é bom em sua vida de forma alguma.

 Segundo esta lei, para se conseguir qualquer coisa na natureza é preciso desistir do apego a ela. Isso não significa desistir da intenção de criar um desejo. Ou seja, você não desiste da intenção e não desiste do desejo. Abandona, apenas, o apego aos resultados.

É uma atitude muito poderosa. No momento em que você desistir do seu apego aos resultados, misturando, simultaneamente, intenção unidirecionada com distanciamento, terá tudo o que deseja. O distanciamento permite alcançar qualquer coisa porque se baseia em sua crença inquestionável no poder de seu verdadeiro Eu.

Já o apego está baseado no medo e na insegurança – a necessidade de insegurança está fundamentada no desconhecimento do verdadeiro Eu. A fonte de riqueza, de abundância e de qualquer coisa no mundo físico é o Eu. É a consciência que sabe como satisfazer a todas as necessidades. O resto é simbólico: casas, carros, contas bancárias, roupas, aviões. Os símbolos são transitórios; eles vêm e vão. Perseguir símbolos é como instalar-se no mapa, e não no território. Isso cria ansiedade e acaba levando você a se sentir vazio e oco por dentro, porque está trocando seu Eu pelos símbolos do Eu.

Eu sei bem o que é isso. Me lembro muito bem quando iniciei as reuniões de empreendedores que coordeno em minha cidade. Eu era apegado demais na quantidade de pessoas que eu gostaria que viessem para a reunião. No final, eu estava com medo de ter pouca gente na “foto” final do evento, que eu publicaria nas redes sociais.

Olha só que pobreza de consciência!

Depois de algum tempo, me libertei dessa pobreza e me foquei na intenção do evento, que era e continua sendo, compartilhar conhecimento de valor com as pessoas. Milagrosamente, o evento sempre tem o número suficiente de pessoas e aparecem pessoas de onde eu menos espero.

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A verdade é que eu acabei entendendo que nunca vem quem eu quero, e sim, quem quer. Isso foi libertador.

O apego vem da pobreza de consciência, porque o apego é sempre por símbolos. Distanciamento é sinônimo de consciência rica, porque oferece liberdade para criar. O envolvimento com distanciamento cria alegria e felicidade. Desta forma, os símbolos de riqueza são alcançados espontaneamente, sem qualquer esforço.

Eis aqui a dica de ouro. Sempre observe se você está apegado ao resultado de algo ou na intenção do que está fazendo.

Se estiver focado no resultado, você vai sofrer e provavelmente não alcançará o resultado desejado.

Foque sempre na intenção!

Pode parecer fácil aplicar a lei do distanciamento, mas não é, principalmente se você estiver demasiadamente identificado com a sua mente, que é voraz por posses, títulos e aplausos.

Renuncie ao seu apego ao conhecido, entre no desconhecido e você estará no campo de todas as possibilidades.
A mera disponibilidade de entrar no desconhecido lhe oferecerá a sabedoria da incerteza que há nele.

Como aplicar a lei do distanciamento em sua vida:

  1. Comprometer-se, hoje, com o distanciamento. Dar a si próprio e aos outros a liberdade de ser o que é. Evitar a imposição rígida de suas ideias sobre como as coisas devem ser. Não forçar soluções de problemas, criando, assim, novos problemas. Participar de tudo, mas com envolvimento distanciado.
  2. Transformar a incerteza em um ingrediente essencial da própria experiência. Na disponibilidade para aceitar a incerteza, as soluções emergirão espontaneamente do próprio problema, da própria confusão, da desordem, do caos. Quanto mais incertas forem as coisas, mais seguro deverá se sentir, porque a incerteza, você é o caminho da liberdade. Por meio da sabedoria da incerteza, você encontrará segurança.
  3. Entrar no campo de todas as possibilidades e antecipar a excitação que pode ocorrer quando se está aberto a uma infinidade de escolhas. Quando você agir assim, experimentará toda a diversão, toda a magia, todo o mistério, toda a aventura da vida.

Isso pode parecer o oposto do que se pratica em empresas com metas focadas apenas no resultado, e é.

Lembre-se sempre: quanto mais incerto for um resultado, mais próximo da lei do distanciamento você estará e a aventura da vida se manifestará em toda as suas possibilidades.

Aproveite a jornada e desfrute o resultado!

Até o próximo e último artigo desta série, aonde eu falarei sobre a minha lei preferida e a que me trouxe até este maravilhoso livro que é a Lei do darma ou do propósito de vida.

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Pelo seu crescimento,
Rodrigo Telles

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